A juventude portuguesa enfrenta desafios estruturais que exigem respostas políticas sérias, coordenadas e acompanhadas no tempo. A precariedade laboral, o acesso à habitação, as desigualdades no sistema educativo, a saúde mental e o afastamento dos jovens dos espaços de decisão continuam a marcar uma geração inteira.

Perante este contexto, entendemos que o Conselho Nacional de Juventude não pode limitar-se a uma atuação reativa ou meramente declarativa.

Candidatamo-nos porque acreditamos num CNJ:

Uma candidatura que nasce da experiência, da leitura crítica do presente e da ambição de construir um CNJ mais relevante, mais participativo e mais consequente.